Seu gateway. Sua marca. Sua taxa.

Mas o verdadeiro ativo é ter sua própria operação de pagamentos.

Se você já possui volume, distribuição ou uma audiência que movimenta dinheiro, pagamentos podem deixar de ser uma despesa operacional e virar uma camada de margem, receita e propriedade.

Para infoprodutores, agências e ecossistemas digitais que já movimentam, ou conseguem direcionar, um volume consistente de vendas.

Você entra com

Sua operação e influência.

O faturamento que você já gera, a carteira que você atende ou a comunidade que confia na sua recomendação.

A Chargefy entra com

Pagamentos + infraestrutura + tecnologia.

Processamento, gateway white-label, split, subcontas, conformidade e um time técnico por trás da operação.

O resultado

Sua operação de pagamentos.

Com a sua marca na frente, a sua condição comercial e a Chargefy sustentando tudo por trás.

O gateway é a tecnologia.

A oportunidade está na economia que passa por ele.

Toda vez que uma venda acontece, existe uma infraestrutura financeira no meio. E alguém fica com o valor dessa camada.

Alguém processa.

Cada venda passa por uma camada técnica que autoriza, captura e liquida o pagamento. Hoje, essa camada pertence a um terceiro.

01

Alguém define a condição comercial.

A taxa, o prazo e as regras de cada transação são decididos por quem controla a camada, não por quem gera a venda.

02

Alguém captura valor naquela camada.

Quando você movimenta centenas de milhares ou milhões de reais em vendas, essa margem deixa de ser detalhe operacional.

03

Quanto dinheiro estou deixando na mesa por não controlar minha própria camada de pagamentos?

Quando você movimenta centenas de milhares ou milhões de reais em vendas, isso deixa de ser detalhe operacional e passa a merecer uma pergunta diferente.

Para um produtor

Preservar margem.

O faturamento já existe. A diferença aparece no que deixa de ficar na camada de pagamentos.

Para uma agência

Criar uma nova receita.

Sobre o faturamento dos clientes que a agência já atende e consegue direcionar.

Para um expert

Transformar distribuição em ativo.

Um ativo próprio, que cresce junto com o ecossistema em vez de valorizar o de terceiros.

Uma camada, não uma despesa

Pagamentos podem se tornar uma camada para construir.

Quatro coisas que uma operação própria devolve para o negócio que já existe.

Mais margem.

Vendas que já aconteceriam de qualquer forma passam a custar menos na camada de pagamentos. O ganho aparece sem uma unidade vendida a mais.

Nova receita.

Quem influencia onde outros negócios processam pode definir a própria condição comercial e receber sobre o volume que direciona, todo mês.

Mais controle.

Taxas, prazos, split, subcontas e regras deixam de ser decisão de terceiros. A operação responde ao seu negócio, não ao contrário.

Mais propriedade.

Uma parte crítica do seu negócio passa a ter a sua marca na frente e a ser um ativo seu, em vez de alimentar a infraestrutura de outra empresa.

Para infoprodutores

Ganhar mais sem precisar vender mais.

Você já fez a parte difícil. Agora a pergunta é quanto da margem dessas vendas precisa continuar ficando na camada de pagamentos.

A maioria dos produtores trata isso como um custo fixo da operação. Vendeu. Processou. Pagou a taxa. Seguiu em frente.

Mas, conforme o negócio ganha escala, pequenas diferenças nessa camada passam a representar dinheiro de verdade.

Sua operação muda a equação

Qual estrutura faz mais sentido para o faturamento que eu já construí?

Com uma operação própria, você deixa de olhar apenas para qual checkout usar ou qual empresa aprova melhor.

Sua marca na frente.

Checkout, portal e comunicação com a sua identidade. O comprador vê você, não a infraestrutura por trás.

01

Mais controle sobre a operação.

Regras de taxa, prazos, split e integrações desenhados para o seu negócio, não herdados de um plano de prateleira.

02

Uma infraestrutura técnica por trás.

Processamento, antifraude, conformidade e manutenção sustentados pela Chargefy, com capacidade técnica dentro do escopo da parceria.

03

Mais margem sobre o que já vende.

A economia acontece na camada pela qual suas vendas já passam todos os dias. Sem depender de uma venda nova.

04

Para ganhar mais vendendo mais

Mais tráfego, mais leads, mais campanhas, mais ofertas, mais execução.

É o caminho que todo produtor conhece. Cada real a mais de margem começa com uma venda nova e com mais esforço.

Para ganhar mais sobre o que já vende

Mesmas vendas, mesmo faturamento, outra economia na camada de pagamentos.

Nem todo ganho de margem precisa começar com uma venda nova. Alguns começam na estrutura por onde as vendas já passam.

Vamos brincar com números

Pagamentos passam a ser uma decisão de margem.

Uma operação que processa R$ 500 mil por mês a 6% de custo paga R$ 30 mil. Em uma estrutura própria a 2%, paga R$ 10 mil. São R$ 20 mil por mês, ou R$ 240 mil por ano.

Sem aumentar o faturamento.

O ganho não depende de vender uma unidade a mais nem de colocar mais dinheiro em tráfego.

01

Só mudando a economia de uma camada.

A camada pela qual suas vendas já passam todos os dias. Esse é o ponto.

02
Simulação de margemilustrativa
R$ 500.000
6%
2%

Hoje, por mês

R$ 30.000

Operação própria, por mês

R$ 10.000

Diferença por mêsR$ 20.000
Em 12 meses, no mesmo volumeR$ 240.000

A simulação mostra a lógica econômica da oportunidade. O impacto real depende do seu volume, da estrutura atual e do modelo desenhado. Não é promessa de resultado.

Para quem faz sentido

Produtores com uma operação comercial rodando e volume consistente.

Que querem entender se existe margem sendo entregue desnecessariamente na camada de pagamentos.

Referência inicial

A Chargefy costuma fazer mais sentido a partir de R$ 300 mil por mês em vendas processadas.

Para agências

Você já ganha ajudando seus clientes a vender. Agora pode ganhar também quando eles recebem.

Sua agência já possui alguns dos ativos mais difíceis de construir. E existe outra camada econômica passando pela sua carteira todos os meses: pagamentos.

Relacionamento.

Você fala com o dono do negócio, entende a operação e participa das decisões. É esse acesso que poucas empresas de pagamento têm.

01

Confiança.

Quando sua agência recomenda uma estrutura, o cliente ouve. Isso vale para mídia, para ferramenta e para onde a venda é processada.

02

Distribuição.

Uma carteira ativa é um canal. Cada cliente novo que entra na agência pode entrar também na operação de pagamentos.

03

Clientes que movimentam dinheiro.

Hoje você monetiza esse relacionamento com setup, fee, coprodução, mídia ou consultoria. O volume que eles processam é outra camada.

04

A métrica que importa

Não é o faturamento total da carteira. É quanto você realmente consegue direcionar.

Se seus clientes movimentam R$ 5 milhões por mês, mas sua agência consegue influenciar R$ 800 mil, é sobre esses R$ 800 mil que existe uma oportunidade concreta.

Você mantém o relacionamento.

O cliente continua sendo seu. A operação de pagamentos entra como parte da sua oferta, com a sua marca.

01

Define sua condição comercial.

A taxa e as regras aplicadas ao volume dos seus clientes são definidas na sua operação, dentro do modelo desenhado com a Chargefy.

02

Constrói uma nova receita recorrente.

Sobre o volume que efetivamente passa pela operação, todo mês, enquanto seus clientes continuam vendendo.

03

Como a receita aparece

  1. 1

    Clientes da agência

  2. 2

    Vendas

  3. 3

    Parte do volume é direcionada

  4. 4

    Operação de pagamentos da agência

  5. 5

    Condição comercial própria

  6. 6

    Nova receita recorrente

Não é mais um serviço.

Sua agência deixa de monetizar apenas o trabalho que entrega. E passa a monetizar parte do volume que ajuda a criar.

Não é indicar uma ferramenta e receber comissão. É colocar uma nova infraestrutura dentro da sua própria oferta.

Bom para a agência

Uma infraestrutura que continua processando enquanto seus clientes continuam vendendo.

A receita não termina na entrega do projeto. Ela acompanha o volume da carteira, mês a mês, com a sua marca na operação.

Bom para o cliente

Uma operação de pagamentos ligada a quem já cuida da venda dele.

Condição comercial definida por quem conhece a operação, integração com o que já roda e a Chargefy sustentando a tecnologia por trás.

Para quem faz sentido

Agências com influência real sobre a operação dos clientes.

E capacidade de direcionar uma parcela relevante das vendas da carteira para uma operação própria.

Referência inicial

Se a agência consegue levar R$ 300 mil por mês ou mais para a operação, já existe uma tese que vale colocar na mesa.

Para experts, professores, mentores e comunidades

Pare de monetizar sua audiência apenas quando vende para ela. Comece a construir um ativo que cresce quando ela cresce.

Você passou anos construindo algo extremamente valioso. E depois ensinou milhares de pessoas a construir negócios que vendem, processam pagamentos e escolhem ferramentas.

Atenção.

Milhares de pessoas acompanham o que você publica, ensina e recomenda. Poucas marcas conseguem isso pagando.

01

Confiança.

Quando você apresenta, recomenda ou valida uma empresa, parte da comunidade adota. Essa escolha acontece por sua causa.

02

Distribuição.

Sua base não é só de compradores. É de pessoas que vendem, processam pagamentos, movimentam dinheiro e escolhem ferramentas.

03

Autoridade.

Você ensinou essas pessoas a construir negócios. A infraestrutura que esses negócios usam pode carregar a sua marca.

04

Quem está capturando o valor dessa distribuição?

Sua distribuição continua gerando valor. A diferença é onde esse valor está sendo construído.

Você constrói a audiência, apresenta uma plataforma e leva milhares de clientes para ela. Em troca, recebe comissão, parceria ou uma placa no palco. Não há nada errado nisso. Mas existe uma diferença entre ser remunerado pela distribuição e usar a distribuição para construir um ativo próprio.

Promover o ativo de terceiros

  1. Sua audiência
  2. Sua recomendação
  3. Sua comunidade adere
  4. Empresa de terceiros

Ela acumula

clientes, volume, recorrência, distribuição e força de marca.

Você recebe

comissão, parceria ou mídia.

Construir algo seu

  1. Sua audiência
  2. Sua comunidade
  3. Sua operação de pagamentos
  4. Mais adoção e mais volume processado
  5. Construção de equity com valor real no mercado
  6. Mais relevância dentro do ecossistema

Chargefy sustentando a infraestrutura por trás.

É aqui que a tese muda.

Você não precisa construir a tecnologia para construir o ativo.

Em vez de enviar sua comunidade para a infraestrutura financeira de outra empresa, você cria uma operação de pagamentos associada ao seu próprio ecossistema.

Sua marca na frente.

A operação de pagamentos nasce ligada ao seu ecossistema, com a sua identidade em cada ponto de contato.

01

Sua comunidade dentro.

Os negócios que você ajudou a criar processam dentro de uma infraestrutura associada a você, não a um terceiro.

02

Sua distribuição alimentando a operação.

Cada nova turma, evento ou lançamento pode trazer novos negócios para dentro da operação. A adoção cresce com a comunidade.

03

Chargefy sustentando a infraestrutura.

Processamento, tecnologia, conformidade e capacidade técnica por trás. Você não precisa construir a tecnologia para construir o ativo.

04

Sua comunidade não é apenas uma base de compradores.

Ela também pode ser uma rede de negócios.

Talvez um aluno processe R$ 10 mil. Outro, R$ 50 mil. Outro, R$ 200 mil. Isoladamente, são operações distintas. Juntas, podem representar milhões em vendas dentro de um ecossistema que você ajudou a criar.

Você não precisa capturar todo esse volume. Precisa entender qual parcela consegue, de forma realista, trazer para uma infraestrutura ligada à sua marca.

Hoje o seu ecossistema pode ter conteúdo, educação, comunidade, eventos, networking, software e serviços. Pagamentos pode se tornar mais uma camada. Só que essa camada participa diretamente da atividade econômica dos negócios da sua comunidade. Quanto mais eles crescem, maior a relevância da operação.

Da renda

Uma publi, uma comissão, um lançamento, uma parceria: cada um gera receita.

São ótimos modelos. Mas terminam, em grande parte, na própria transação comercial.

Para o ativo

Uma infraestrutura incorporada ao ecossistema ganha utilidade, adoção e importância à medida que mais pessoas a usam.

É essa propriedade que torna a tese maior do que mais uma fonte de receita. Você usa distribuição para construir algo mais próximo do seu negócio.

Você construiu a audiência.

Você construiu a confiança.

Você construiu a distribuição.

Agora construa um ativo em cima dela.

Sua operação de pagamentos. Chargefy por trás, cuidando de tudo.

Para quem faz sentido

Experts, professores, mentores e comunidades com uma base que vende.

E que conseguem influenciar uma parcela das ferramentas e da infraestrutura utilizadas por esses negócios.

Mas a tese não é o número. A tese é parar de usar um ativo que você construiu durante anos apenas para valorizar o ativo de terceiros.

Referência inicial

Se a comunidade consegue concentrar R$ 300 mil por mês ou mais em vendas potencialmente direcionáveis, a oportunidade merece ser avaliada.

O mecanismo é o mesmo.

Sua marca. Sua distribuição. Seu volume.

Ou o volume que você consegue influenciar. É isso que entra. A Chargefy sustenta pagamentos, infraestrutura e capacidade técnica por trás.

Sua marca
Sua distribuição
Seu volume
Sua operação de pagamentos
Chargefy sustentando pagamentos, infraestrutura e capacidade técnica por trás.

FAQ

Afinal, a Chargefy é um gateway?

Gateway faz parte da estrutura.

Mas a proposta é maior.

A Chargefy fornece a infraestrutura para você criar e operar sua própria experiência de pagamentos, com sua marca, regras comerciais e uma camada técnica por trás para sustentar a operação.

O gateway é um dos componentes.

O produto é a operação.

O que significa ter uma operação própria de pagamentos?

A operação fica com a minha marca?

Eu preciso montar um time técnico para isso?

Isso é só para quem já processa milhões por mês?

Sou infoprodutor. Onde está a oportunidade para mim?

Sou agência. Como a Chargefy pode gerar receita para mim?

Sou expert, mentor ou tenho uma comunidade. Onde entra a Chargefy?

Isso é um programa de afiliados ou indicação?

Vou necessariamente economizar dinheiro?

A Chargefy garante que eu vou ganhar dinheiro com pagamentos?

Preciso trocar toda a minha operação atual de uma vez?

A Chargefy substitui meu checkout atual?

Vocês fazem integrações e customizações?

Quanto tempo leva para colocar uma operação no ar?

E quanto custa?

A Chargefy faz sentido para qualquer empresa?

Qual é o primeiro passo?

Qual é o primeiro passo?

Essa é a conversa que vem primeiro.

Não é integrar uma API. É entender a oportunidade: quanto dinheiro passa hoje pelas vendas que você gera ou influencia, quanto dessa camada você controla e o que mudaria se essa operação estivesse mais próxima do seu negócio.