Chargefy

A Trilha Pro trocou take rate única por MDR por método e passou a vender no próprio checkout

Trilha Pro
0% + R$ 1,50
no Pix, que antes pagava take rate de 9,9%
1 a 12x
parcelado nativo no cartão de crédito
100% seu
checkout, domínio e e-mails sob a marca

O desafio

A Trilha Pro vende cursos de finanças e carreira e cresceu inteira dentro de uma plataforma fechada de infoproduto. O problema estava na conta: uma take rate única de 9,9% caía sobre cada venda, do Pix ao cartão, sem distinção de custo por método. O Pix era um dos meios mais usados pelos alunos, o mais barato de operar, e mesmo assim pagava a mordida cheia. O checkout tinha a cara da plataforma, o e-mail de confirmação também, e os dados do comprador chegavam atrasados e recortados, o que travava remarketing e suporte. Cada lançamento maior engordava a fatura da plataforma, não a margem do negócio.

A migração

A Trilha Pro migrou para a Chargefy e passou a cobrar no próprio checkout, sob domínio e e-mails da marca, 100% white-label. Numa API só entraram Pix, boleto e cartão com parcelado nativo de 1 a 12x, cada um com o seu MDR real no lugar de uma take rate única. O Pix passou a custar 0% de percentual mais R$ 1,50 fixo, e o cartão parcelado de 2 a 6x custa 3,03% mais R$ 1,50. Os coprodutores dos cursos entraram no split nativo, com conta por recebedor, KYC hospedado sob a marca da Trilha Pro e a taxa de plataforma retida por transação. A assinatura da comunidade virou recorrência com cartão tokenizado e Pix Automático, com retry e dunning, e cada venda passou a devolver os dados do comprador na hora, via webhook assinado.

Eu pagava 9,9% até sobre um Pix que quase não tem custo. Agora o checkout é meu, a marca é minha, os dados do aluno chegam na hora e o Pix cai na hora também. Cartão e boleto ficam em D+30, com antecipação quando eu quero, e eu sei exatamente quanto pago em cada método. Isso mudou a conta do negócio.
Camila Duarte, Cofundadora da Trilha Pro

O que mudou

  • No Pix, um dos meios mais usados pelos alunos, o custo saiu de 9,9% de take rate para 0% de percentual mais R$ 1,50 fixo, o que recupera cerca de 9,6 pontos de margem por venda.
  • Checkout, domínio e e-mails passaram a ser da Trilha Pro, e os dados do comprador chegam em tempo real, o que destravou remarketing e suporte próprios.
  • O split nativo passou a pagar os coprodutores por transação, com conciliação por webhook, e encerrou o controle em planilha a cada lançamento.
  • O Pix, um dos meios mais usados pelos alunos, cai na hora, sem espera. Cartão e boleto ficam em D+30 por padrão, com antecipação opcional que a Trilha Pro aciona nos picos de lançamento quando faz sentido, e mantém no fluxo normal quando não precisa.

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